Petra Dippold-Götz
Petra Dippold-Götz – Filhas da Liberdade em Tela
A Parcus Gallery, em sua nova filial no Brasil, orgulha-se de apresentar a obra de Petra Dippold-Götz, uma artista contemporânea cuja produção combina profunda ressonância emocional e reflexão ecológica urgente. Sua entrada no universo das artes não foi fruto de uma busca por carreira, mas sim de uma experiência visceral e transformadora: em 2014, encontrou uma pomba branca morta no jardim de inverno, repousando sobre a neve. Esse instante, ao mesmo tempo poético e trágico, marcou uma virada definitiva em sua trajetória. Do silêncio daquela ave nasceu uma nova voz — a de uma artista movida pela necessidade de dar forma ao sentimento e de traduzir o luto em criação.
A formação de Petra Dippold-Götz floresceu na Academia Faber-Castell, onde estudou Belas-Artes entre 2014 e 2018. Nesse período, aprimorou sua técnica e consolidou uma linguagem visual crua e intuitiva. Fortemente influenciada pelo gesto vigoroso da Arte Informal e por mestres como Emil Schumacher, Anselm Kiefer e Jackson Pollock, abraçou um modo de expressão instintivo, rico em camadas de significado.
Sua linguagem artística — marcada por superfícies texturizadas, movimentos ousados e um diálogo constante com o imprevisível — conquistou espaço no cenário internacional. Desde 2019, expôs em capitais de arte como Viena, Paris, Madrid, Barcelona, Roma, Florença, Nova Iorque e Tóquio. Suas obras integram coleções na Europa, Estados Unidos, Singapura e Japão, e já renderam à artista prêmios como Faces of Peace, Voices of Tomorrow, Global Art Virtuoso e Harmony for Humanity.
No entanto, a arte de Dippold-Götz resiste a classificações fáceis. Ao mesmo tempo em que celebra a beleza da existência — a alegria, a sensualidade, o prazer estético —, atua como um ato de protesto. Suas telas alertam para a destruição contínua do planeta e para a mercantilização da vida. São vozes pictóricas que falam em nome dos que não têm voz: animais ameaçados, ecossistemas explorados e gerações futuras cuja herança está em risco.
Assumidamente artista-ativista, Petra utiliza a pintura não apenas para adornar paredes, mas para despertar consciências. Para ela, criar é tanto um presente estético quanto um imperativo moral. Suas obras são “filhas da liberdade”, no sentido schilleriano — libertas de convenções, mas firmemente enraizadas em propósito. Não apenas retratam, mas exigem reflexão. Não apenas agradam, mas provocam.
Em tempos de crise ambiental e fragmentação social, o trabalho de Petra Dippold-Götz, agora presente na Parcus Gallery Brasil, é um testemunho do poder da arte visual para unir emoção e ação. Seu pincel transforma-se em instrumento de consciência, convidando o espectador não apenas a ver, mas a sentir, questionar e, acima de tudo, importar-se.
Durante toda a sua vida, Petra Dippold-Götz sempre foi profundamente apaixonada pela pintura. Nunca teve em mente uma carreira como artista — o desejo de transformar a pintura em algo além de um hobby surgiu apenas em 2014. Numa noite de inverno, encontrou no jardim uma pomba branca morta, com sangue e penas espalhadas pela neve. Essa experiência a abalou profundamente. Criou várias obras a partir dos restos do pássaro e decidiu compartilhar suas emoções e vivências com o mundo por meio da arte.
Entre 2014 e 2018, Petra Dippold-Götz estudou Belas Artes na Academia Faber-Castell, onde aperfeiçoou suas habilidades técnicas e desenvolveu uma linguagem visual instintiva e visceral. Seu trabalho é inspirado e influenciado pela Arte Informal, em especial por artistas como Emil Schumacher, Anselm Kiefer e Jackson Pollock.
Desde 2019, Petra Dippold-Götz tem exposto suas obras em importantes cidades do mundo da arte, como Viena, Paris, Madri, Barcelona, Roma, Florença, Nova York e Tóquio. Suas criações fazem parte de coleções na Europa, nos Estados Unidos, em Singapura e no Japão, e já recebeu diversas distinções, entre elas os prêmios Faces of Peace, Voices of Tomorrow, Global Art Virtuoso e Harmony for Humanity.
Suas obras são emocionais, intuitivas, evocativas e passionais. Cada uma transmite algo diferente: algumas expressam a alegria intensa diante da beleza da vida e da arte; outras carregam uma mensagem sociopolítica clara — um alerta sobre a destruição do planeta e a extinção de tantas espécies em nome do comércio. É urgente deter esse processo. O maior propósito da humanidade deve ser preservar este mundo maravilhoso e transmiti-lo às próximas gerações em condições de vida dignas e plenas.
Petra Dippold-Götz considera-se um exemplo de artista-ativista, alguém que empunha o pincel não apenas para adornar a tela, mas para despertar consciências. Deseja que sua arte seja, ao mesmo tempo, um presente estético e um chamado à reflexão — um lembrete do que ainda podemos salvar. Quer que suas criações sejam “filhas da liberdade”, libertas pelo propósito e movidas pela missão de inspirar percepção, razão e compaixão em quem as contempla.
Atualmente, Petra Dippold-Götz é uma das artistas representadas pela Parcus Gallery Brasil, instituição europeia dedicada à arte contemporânea que atua globalmente, promovendo artistas que unem expressão estética, consciência e profundidade conceitual. Suas obras podem ser vistas em exposições e feiras internacionais organizadas pela Parcus Gallery, reafirmando o compromisso da galeria em dar visibilidade à arte autêntica e significativa.
- August 8, 2025

